quarta-feira, 3 de julho de 2019

II UNIDADE VOLEIBOL 2019.2

SISTEMAS
SUGESTÃO LEITURA:




  (EXCLUSIVO ENSINO MÉDIO)


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Sistema 6x0

No sistema 6x0, também chamado de sistema 6x6, todos farão a função tanto de levantadores como de atacantes ou defensores. É o sistema mais simples de todos, é normalmente usado em equipes que estão iniciando o treinamento no esporte.Neste sistema, o levantador será aquele que estiver na posição 3 (no meio da rede, onde normalmente fica o jogador "meio-de-rede"). Por isso, este sistema provoca pouca efetividade na cortada e na utilização do bloqueio.Com o advento do líbero, esta tática voltou a ser usada algumas vezes dentro da partida (explicação na seção "líbero")

Sistema 3x3


No sistema 3x3 há três levantadores e três atacantes posicionados de forma intercalada. Para a utilização deste sistema tem que haver um entrosamento entre os atletas para que as jogadas sejam efetuadas com sucesso.

Sistema 4x2

O sistema 4x2 pode ser dividido entre o 4x2 simples e o 4x2 invertido, ou com infiltração.Sistema 4x2 simples

No 4x2 simples há dois levantadores, que se colocam nas posições diagonais da quadra, mais quatro atacantes. Com esse sistema, há sempre um levantador na rede juntamente com dois atacantes.Sistema 4x2 invertido, ou 4x2 com infiltraçãoNo 4x2 invertido, também chamado de 4x2 com infiltração, (uma vez que há 4 atacantes e 2 levantadoras em quadra), também há dois levantadores e eles também se posicionam em diagonal. No entanto, o levantador que está na zona de ataque se tornará disponível para o ataque e o que estiver na zona de defesa infiltrará, ou seja, passará da zona em que ele está para a zona de ataque para efetuar o levantamento. Assim, sempre haverá 3 atacantes na rede. Além disso, caso o "levantador da ocasião" (ou seja, o levantador que está no fundo) defenda, há sempre um levantador de ofício para distribuir as jogadas.É considerado o melhor sistema tático do vôlei, pois sempre haverá 3 atacantes na rede, dificultando o bloqueio adversário. O time feminino de Cuba, por exemplo, foi tricampeão olímpico nos anos 90-2000, utilizando este sistema. Porém, ele exige que os levantadores sejam especialistas no ataque, o que dificulta a sua utilização.[1][2]

Sistema 5x1


O Sistema 5x1 é o mais utilizado atualmente. Por ter apenas 1 levantador, ele atua, quando está na zona de ataque, igual aos levantadores do sistema 4x2 simples e quando está na zona de defesa igual ao sistema 4x2 com infiltração. Ou seja, quando ele está na rede, existem 2 opções de atacantes para distribuir a jogada. Quando ele está no fundo (ou na zona de defesa), há 3 opções de atacantes na rede.

Inversão do 5x1A inversão do 5x1 ocorre quando o levantador está na posição de ataque (posições 2, 3 ou 4). Assim, a rede está constituída de 2 atacantes e o levantador, o que diminui em 1 a opção que o levantador tem para passar a bola. Desta forma, a fim de que se fique com 3 atacantes nas posições de ataque, o treinador substitui este levantador por 1 atacante, e põe o levantador reserva no lugar de um jogador que esteja em uma posição de defesa. Com isso, o levantador fica no fundo, e tem 3 opções de atacantes para fazer o levantamento.[3]O líberohttps://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/3/3a/Magnifying_glass_01.svg/17px-Magnifying_glass_01.svg.pngVer artigo principal: Líbero (voleibol)Devido as evoluções técnicas e táticas das equipes, foi introduzido o líbero, um jogador específico para a defesa. Este jogador não pode atacar e sacar, fazendo o rodízio somente na área de defesa e também não há limite de substituição para ele. Assim, com a introdução do líbero, haverá quase sempre 4 jogadores de ataque. No 5x1 sem líbero, haverá sempre 5 atacantes, mesmo que estes estejam no fundo.Além disso, quando o jogo está difícil, o sistema 6x0, com a criação do líbero, é por muitas vezes usado nos jogos. O levantador passa a ser o líbero, que tem 5 opções de atacante para distribuir as jogadas. O técnico Bernardinho utiliza desta tática quando seu time esta perdendo, e já está no final do set.Sistemas de recepção de saque

Sistema de recepção em "W"É o sistema de recepção utilizado por equipes iniciantes. O levantador fica isolado, e os outros 5 jogadores ficam em suas posições, assim formando um "W" na quadra para defender o saque do time adversário.

Sistema de recepção em semicírculoNeste sistema cada jogador (posições 1, 2, 3, 4, 5 e 6 ou 1, 2, 4 e 5) é responsável pela recepção da bola numa área correspondente a uma fatia de terreno que vai desde a linha central até à linha de fundo.

Sistema com 4 receptoresGeralmente organizado para liberar tanto o levantador quanto um atacante.

Sistema com 3 receptoresO levantador, o atacante de meio e o atacante oposto são liberados, portanto, as ações de recepção do saque adversário ficam sempre sob a responsabilidade dos dois receptores principais mais o defensor central. A estrutura geralmente tem a forma de "V" ou "V" invertido.

Sistema com 2 receptores·         Mais usado por equipes de ponta.
·         As pontas são os responsáveis pela recepção, e os atacantes de meio e o oposto são protegidos, para que se preocupem somente com seus ataques.
·        
Com o advento da função de líbero houve um fortalecimento maior neste posicionamento devido à especialidade deste jogador.
Referências
1.      Filho, Lúcio Ricardo Verane. «Sistemas de Jogo». Voleigaucho.com.br. Consultado em 10 de julho de 2017. Arquivado do original em 17 de março de 2014 |urlmorta= e |ligação inativa= redundantes (ajuda)
2.      Santos, Cida (18 de outubro de 2011). «Brasil e Cuba»Folha de S.Paulo. Esporte Brasil. Consultado em 10 de julho de 2017. Arquivado do original em 5 de julho de 2013
3.      Jorjão. «Pergunte ao Jorjão». Justvolleyball.com.br. Co



II UNIDADE ATLETISMO 2019.2


II UNIDADE-ATLETISMO

SUGESTÃO LEITURA




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O SALT0


O Salto é uma habilidade motora de locomoção, podendo ser vertical ou horizontal, muito utilizada na infância em diversas fases e também na adolescência em atividades esportivas.
No entanto trataremos aqui do ato de saltar como prática esportiva do atletismo. Este esporte pai de todos que tem seu surgimento datado desde de 776 a.C na antiga Grécia.
O salto no atletismo pode ser em distancia ou em altura sendo que ainda tem a corrida com obstáculo que requer em sua performance a habilidade de saltar.

Salto em distância


Esta é talvez a principal prova de saltos no atletismo. A prova consiste, basicamente, em correr uma distância antes de efetuar um salto sobre uma caixa de areia. O vencedor da prova é aquele que, em suas três tentativas, efetuar o salto mais longo de todos. No entanto, é preciso estar atento a algumas regras para não ter nenhum salto invalidado pelos juízes de prova.
• O salto em distância é realizado por um atleta de cada vez, alternando entre as chances, ou seja, o primeiro atleta faz sua primeira tentativa. Em seguida vai o segundo atleta, também em sua primeira tentativa e assim sucessivamente até que todos tenham feito sua primeira tentativa. A segunda tentativa só pode ser feita depois que todos fizeram a primeira;
• Para que o salto seja validado é obrigatório que o atleta dê o impulso com um dos pés antes da faixa delimitadora que fica antes da caixa de areia. Caso contrário, ou caso ele pise ao lado da faixa delimitadora, o salto será invalidado;
• A aterrissagem deve ser feita dentro da caixa de areia, na maior distância possível da faixa delimitadora para que seja considerado um salto bom e válido. Caso o atleta aterrisse fora da caixa de areia, seu salto será invalidado;
• Após aterrissar, o atleta deve sair sempre para frente, nunca para trás. Caso ele caminhe sobre a caixa de areia, seu resultado será anulado;


Salto triplo


O salto triplo possui a mesma premissa do salto em distância. A única diferença é que a faixa delimitadora está localizada bem antes da caixa de areia para que o atleta tenha que dar mais duas passadas após o impulso realizado antes da faixa delimitadora. Veja algumas informações e regras importantes:
• A pista deverá ter, no mínimo, 40 metros de comprimento e 1,22 metro de largura. A faixa delimitadora deve estar a onze metros da caixa de areia;
• O pé que o atleta utilizar para dar o primeiro impulso é o mesmo pé que ele utilizará para dar o último impulso antes da caixa de areia. Logo, o segundo toque no solo é feito com o outro pé. Durante este processo, se o atleta tocar o solo com o outro pé (ou o pé “inativo”), seu salto é invalidado;
• Dar o primeiro impulso além da faixa delimitadora invalidará o salto. As demais regras são as mesmas do salto em distância.

Salto em altura

O salto em altura é um salto que exige muita técnica e força aliadas, já que a corrida é feita de frente, mas o salto é feito de costas e o atleta ainda precisa ganhar altura, e não distância como nos dois anteriores. Neste salto, há um sarrafo (obstáculo feito em fibra de vidro ou alumínio) suportado por dois postes laterais. O objetivo dos competidores é superar a maior altura do sarrafo. Cada um possui três tentativas para superar uma determinada altura. Veja algumas regras e informações sobre esta prova:
• A altura mínima do sarrafo é determinada pelos juízes. Mas cada atleta pode escolher a altura inicial para seu primeiro salto, desde que respeite a altura mínima determinada pelos juízes;
• Durante a corrida – que geralmente é de 40 metros – o atleta pode abortar o salto, mas terá um minuto para voltar e fazer a corrida e o salto novamente. Caso não respeite este tempo, o salto será invalidado;
• A cada avanço dos atletas a barra é, geralmente, erguida de três a cinco centímetros por vez, mas os atletas podem fazer diferente se quiserem;
• Para fins de desempate, será considerado vencedor aquele que tiver alcançado determinada marca com menos tentativas.

Salto com vara

Esta modalidade é parecida com o salto em altura, mas é realizada com o auxílio de uma vara feita de fibra de vidro para impulsionar o atleta para cima a fim de superar o sarrafo. No caso do salto com vara, há uma corrida e o impulso deve ser dado com a vara no chão. As alturas são maiores em decorrência do maior impulso. Antes do obstáculo há uma caixa de apoio, feita em metal ou madeira para que a vara não escorregue. As regras são basicamente as mesmas do salto em altura.


A FORÇA NO SALTO

“A Força é poderosa.”
STAR WARS
CRUZ; Emerson Miguel: “ESTUDO DO SALTO VERTICAL: Uma análise da relação de forças aplicadas .CAMPINAS. 2003.

O salto é resultado da aplicação de uma força dinâmica com o intento de conseguir que o corpo possa alçar vôo. “Entende-se por força dinâmica como aquela que pode ser desenvolvida voluntariamente durante movimentos específicos. A força dinâmica em forma de força de impulsão caracteriza-se pelo empenho em movimentar uma massa da maneira a mais explosiva possível (Hollmann e Hettinger 1983)”. Quando os atletas usam pesos livres, usualmente exercem força contra a ação da gravidade, a qual aumenta proporcionalmente à massa (carga) de um objeto. Os músculos podem ser exercitados tanto pela colaboração da gravidade como pela oposição ou resistência a ela (Bompa 1999), à capacidade do ser humano de se opor à lei da gravidade se lançando no ar impulsionado simplesmente pela potência gerada, orientada pela coordenação, chamamos de capacidade de salto ou impulsão. A força explosiva nas condições da atividade desportiva se manifesta nos regimes de trabalho muscular dinâmico, e deve superar uma resistência externa. Sendo assim, o desportista, durante os esforços explosivos, sempre realiza ao máximo a força inicial, e o caráter da força aceleradora dependerá do valor da resistência externa e da força máxima muscular (Verkhoshanski 2001). A avaliação do desempenho em uma tarefa por exemplo, o salto vertical, pode fornecer um indicador da potência do corpo como um todo, e este é comumente usado pela comunidade desportiva para este propósito (Enoka 2000).
No salto estão envolvidas capacidades físicas importantes como: a produção de força e velocidade, que se caracterizam pela superaração o mais rápido possível da resistência. A força “explosiva” representa o caso particular de manifestação das capacidades de velocidade e de força relacionadas com esforços únicos (saltos, lançamentos) (Zakharov 1992). Formular com precisão uma definição de “força”, que compreenda ao mesmo tempo seus aspectos físicos e psíquicos, ao contrário da definição dos físicos apresenta consideráveis dificuldades, pois as modalidades da força, do trabalho muscular, da contração muscular etc, são extremamente complexas e dependem de uma multiplicidade de fatores (Weineck 1989). A potência pode ser determinada como o produto da força e da velocidade. Como resultado, os fatores que afetam tanto a força muscular quanto à velocidade de encurtamento determinarão a potência que pode ser produzida. Dando ao músculo um impulso neural adequado, os principais determinantes da produção de potência são o número de fibras musculares ativadas em paralelo e a velocidade com que os miofilamentos podem converter energia em trabalho mecânico. A força que o músculo pode exercer é proporcional ao número de unidades geradoras de  força em paralelo; a força muscular aumenta com a área da secção transversa. A velocidade máxima que um músculo pode encurtar-se é determinada pela enzima miosina ATPase.





segunda-feira, 8 de abril de 2019

ATIVIDADE 2

ALUNOS VOLEIBOL E ATLETISMO


ATIVIDADE 2

Em folha de papel pautado, manuscrito com  imagens. 
Valor: 1,0
Data de entrega 15/04 e 17/04

VOLEIBOL

                                                PESQUISAR:

👉 OS MÚSCULOS UTILIZADOS NOS MOVIMENTOS DO VOLEIBOL.

👉FUNÇÃO DO SISTEMA MUSCULOESQUELÉTICO.



ATLETISMO

PESQUISAR:

👉 OS MÚSCULOS UTILIZADOS NOS MOVIMENTOS DA CORRIDA

👉FUNÇÃO DO SISTEMA MUSCULOESQUELÉTICO




quarta-feira, 20 de março de 2019

P 1- ATIVIDADE




ATIVIDADE
VOLEIBOL E ATLETISMO



Em dupla criar brincadeiras a partir dos fundamentos do seu esporte.
  • 03 brincadeiras MANUSCRITAS em papel pautado com  nome dos integrantes e imagens.


As brincadeiras serão para apresentar na aula , aplicando PARA a turma.

DATA ENTREGA: MÁXIMO 27/03/2019
PONTUAÇÃO: 1,0 AP

ATLETISMO- FUNDAMENTOS
CORRIDA
ARREMESSO 
SALTO


VOLEIBOL-FUNDAMENTOS
MANCHETE
LEVANTAMENTO
BLOQUEIO
SAQUE

REGRAS VOLEIBOL


Regras do Voleibol

As principais regras do vôlei são:
  • Cada equipe possui um técnico;
  • Uma partida é constituída de 5 sets;
  • Não existe tempo pré-determinado para cada set;
  • Cada set tem um máximo de 25 pontos com uma diferença mínima de 2 pontos;
  • Em caso de empate no set no final (24 x 24), a partida continua até que a diferença de dois pontos seja atingida (26 x 24, 27 x 25, etc.);
  • Após o saque, a equipe só pode tocar três vezes na bola;
  • Ganha a equipe que vencer três sets;
  • Se houver empate nos sets (2x2) o 5º set será decisivo.

Quantos jogadores tem o voleibol?

vôlei de quadra é formado por duas equipes com 6 jogadores em cada. No total, são 12 jogadores. Existem ainda 6 jogadores reserva.
Além do vôlei de quadra, há também o vôlei de praia. Diferente da quadra, o de praia é jogado na areia e contém somente quatro jogadores, sendo dois de cada equipe.

Quando se comete faltas no vôlei?

As regras do voleibol incluem diversas faltas no saque, ataque, passe de bola, toques, posição, rotação de jogadores, dentre outros. Alguns exemplos de falta são:
  • Dois Toques: quando um jogador toca a bola duas vezes consecutivas ou a bola bate em várias partes de seu corpo.
  • Quatro Toques: quando a equipe toca na bola quatro vezes antes de enviá-la aos adversários.
  • Toque apoiado: quando um jogador se apoia em outro da sua equipe. Também é considerado falta se ele se apoia em alguma estrutura ou objeto dentro da área de jogo para golpear a bola.
  • Rotação: se a rotação entre os jogadores não acontecer de maneira correta na hora do saque, a equipe comete falta.
  • Rede: se jogar a bola entre o espaço das duas antenas próximas da rede, o jogador cometerá falta.

Fundamentos do Voleibol

Os fundamentos do vôlei estão baseados nos:
  • Saques
  • Passes
  • Levantamentos
  • Ataques
  • Bloqueios
Cada jogada do vôlei tem início com os saques. O sacador, como é chamado o jogador que lança a bola, tem que arremessar a bola por cima da rede e dentro da quadra de seu adversário.
Os levantadores são os jogadores responsáveis por receberem os passes. Como o próprio nome já indica, eles levantam a bola com a ponta dos dedos. Em seguida, passam aos atacantes que tentam marcar ponto ao lançar para o campo adversário.
Os atacantes colocam muita força na jogada e com um grande salto objetivam tocar o chão da equipe adversária para fazer o ponto.
Os adversários podem, no entanto, realizar um bloqueio ou defesa para que a bola volte e toque no chão da equipe que atacou.
Observe que os bloqueios são realizados por dois ou mais jogadores que estão posicionados próximos da rede. Sendo assim, para se defender contra o ataque do adversário eles saltam no mesmo momento.
FONTE:
https://www.todamateria.com.br/voleibol/

HISTÓRIA VOLEIBOL

História do Voleibol



O vôlei foi criado em 1895, pelo americano William G. Morgan, então diretor de educação física da Associação Cristã de Moços (ACM) na cidade de Holyoke, em Massachusetts, nos Estados Unidos. O primeiro nome deste esporte que viria se tornar um dos maiores do mundo foi mintonette.

Naquela época, o esporte da moda era o basquetebol, criado apenas quatro anos antes, mas que tivera um rápida difusão. Era, no entanto, um jogo muito cansativo para pessoas de idade. Por sugestão do pastor Lawrence Rinder, Morgan idealizou um jogo menos fatigante para os associados mais velhos da ACM e colocou uma rede semelhante à de tênis, a uma altura de 1,98 metros, sobre a qual uma câmara de bola de basquete era batida, surgindo assim o jogo de vôlei.

A primeira bola usada era muito pesada e, por isso, Morgan solicitou à firma A.G. Spalding & Brothers a fabricação de uma bola para o referido esporte. No início, o mintonette ficou restrito à cidade de Holyoke e ao ginásio onde Morgan era diretor. Um ano mais tarde, numa conferência no Springfield's College, entre diretores de educação física dos EUA, duas equipes de Holyoke fizeram uma demonstração e assim o jogo começou a se difundir por Springfield e outras cidades de Massachussetts e Nova Inglaterra.

Em Springfield, o Dr. A.T. Halstead sugeriu que o seu nome fosse trocado para volley ball, tendo em vista que a idéia básica do jogo era jogar a bola de um lado para outro, por sobre a rede, com as mãos.
Em 1896, foi publicado o primeiro artigo sobre o volley ball, escrito por J.Y. Cameron na edição do "Physical Education" na cidade de Búfalo, Nova Iorque. Este artigo trazia um pequeno resumo sobre o jogo e de suas regras de maneira geral. No ano seguinte, estas regras foram incluídas oficialmente no primeiro handbook oficial da Liga Atlética da Associação Cristã de Moços da América do Norte.

A primeira quadra de Voleibol tinha as seguintes medidas: 15,24m de comprimento por 7,62m de largura. A rede tinha a largura de 0,61m. O comprimento era de 8,235m, sendo a altura de 1,98m (do chão ao bordo superior). A bola era feita de uma câmara de borracha coberta de couro ou lona de cor clara e tinha por circunferência de 63,7 a 68,6 cm e seu peso era de 252 a 336g.
O volley ball foi rapidamente ganhando novos adeptos, crescendo vertiginosamente no cenário mundial ao decorrer dos anos. Em 1900, o esporte chegou ao Canadá (primeiro país fora dos Estados Unidos), sendo posteriormente desenvolvido em outros países, como na China, Japão (1908), Filipinas (1910), México entre outros países europeus, asiáticos, africanos e sul americanos.

Na América do Sul, o primeiro país a conhecer o volley ball foi o Peru, em 1910, através de uma missão governamental que tinha a finalidade de organizar a educação primária do país.

O primeiro campeonato sul-americano foi patrocinado pela Confederação Brasileira de Desportos (CBD), com o apoio da Federação Carioca de Volley Ball e aconteceu no ginásio do Fluminense, no Rio, entre 12 e 22 de setembro de 1951, sendo campeão o Brasil, no masculino e no feminino.

A Federação Internacional de Volley Ball (FIVB) foi fundada em 20 de abril de 1947, em Paris, sendo seu primeiro presidente o francês Paul Libaud e tendo como fundadores os seguintes países: Brasil, Egito, França, Holanda, Hungria, Itália, Polônia, Portugal, Romênia, Tchecoslováquia, Iugoslávia, Estados Unidos e Uruguai.

O primeiro campeonato mundial foi disputado em Praga, na Tchecoslováquia, em 1949, vencido pela Rússia.

Em setembro de 1962, no Congresso de Sofia, o volley ball foi admitido como esporte olímpico e a sua primeira disputa foi na Olimpíada de Tóquio, em 1964, com a presença de 10 países no masculino - Japão, Romênia, Rússia, Tchecoslováquia, Bulgária, Hungria, Holanda, Estados Unidos, Coréia do Sul e Brasil. O primeiro campeão olímpico de volley ball masculino foi a Rússia; a Tchecoslováquia foi a vice e a medalha de bronze ficou com o Japão.

No feminino, o campeão foi o Japão, ficando a Rússia em segundo e a Polônia em terceiro.

O criador do volley ball, Willian Morgan, conhecido pelo apelido de "armário", devido ao seu porte físico, morreu em 27 de dezembro de 1942, aos 72 anos de idade.




FONTE:
http://www.fpv.com.br/historia_volleyball.asp

VOLEIBOL FUNDAMENTOS

RODÍZIO VOLEIBOL

Durante o decorrer do jogo, os atletas são obrigados a realizar uma troca de posições, denominada rodízio. O rodízio é realizado no sentido horário e acontece todas as vezes que a equipe que recebeu o saque recupera a posse de bola, ganhando o direito de efetuar o saque. O rodízio tem por finalidade fazer com que todos os jogadores passem por todas as posições dentro da quadra.

Assim, em cada momento o jogador estará desempenhando um papel específico dentro da equipe, papel este intercambiável com os demais componentes de sua equipe, o que teoricamente formaria jogadores mais completos, evitando uma especialização precoce e tornando a partida mais dinâmica (BOJIKIAN, 2003).

Regra do posicionamento

A quadra de jogo é dividida em seis posições, com cada atleta devendo ocupar uma delas para se iniciar um set. Antes do início de cada set, o treinador responsável pela equipe deve relacionar os atletas que começarão o set em questão. Esse posicionamento inicial será passado para a súmula, que é o documento oficial do jogo. Através desse posicionamento inicial, a equipe de arbitragem deverá controlar o rodízio.

A regra do posicionamento determina que até o momento de execução do saque todos os jogadores das duas equipes respeitem seus posicionamentos de origem, obedecendo às relações que são impostas a cada posição, relacionadas às posições vizinhas. Após o golpe efetuado pelo responsável pelo saque, os atletas poderão deixar suas posições de origem. O não cumprimento do rodízio e/ou da regra do posicionamento implica em perda do rally e da posse de bola (CBV, 2004; RIBEIRO, 2004; BOJIKIAN, 2003).

A quadra é dividida em zona ofensiva e zona defensiva. Somente os jogadores da zona ofensiva, ou seja, posições 2, 3 e 4 podem participar livremente das ações de ataque e de bloqueio próximas à rede. O atleta posicionado na zona defensiva (posições 1, 6 e 5) pode efetuar um ataque, desde que no momento em que for saltar o último contato dos seus pés com o solo seja feito da zona defensiva. Não pode, porém, em qualquer circunstância participar do bloqueio (MACHADO, 2006).

Para cumprir a regra do posicionamento, o jogador da posição 1 deve estar atrás do jogador da posição 2 e à direita do jogador posicionado na 6. o atleta da posição 2 deverá se posicionar à direita do 3 e à frente do 1.

Quem estiver na posição 3 deve ficar entre o 4 e o 2, além de estar à frente do 6. O jogador da posição 4 se posicionará à frente do 5 e à esquerda do 3. O jogador da 5 deverá estar à esquerda do 6 e atrás do 4. Finalmente, o atleta da 6 se posicionará entre o 1 e o 5, além de estar atrás do 3 (BOJIKIAN, 2003).

A referência para se estabelecer o posicionamento dos jogadores é o ponto de contato com o solo, ou seja, os pés. Desta forma, quando a relação é entre frente e fundo, o jogador da zona ofensiva deve estar com pelo menos um dos pés mais próximo da linha central da quadra do que o seu correspondente da zona defensiva (ex: jogador da posição 2 com os pés mais próximos da linha central do que o jogador da posição 1). Quando a relação é de lateralidade, as linhas laterais servirão de base. Assim, o jogador da posição 5, por exemplo, deverá estar com pelo menos um dos pés mais próximo da linha lateral esquerda da quadra do que o jogador da posição 6 (MACHADO 2006; RIBEIRO, 2004).

Quer saber mais sobre o assunto? Conheça o curso de Voleibol: Iniciação e Formação de Equipes e conheça o Portfólio de cursos na área de Educação Física e Esporte.
FONTE:
https://www.portaleducacao.com.br/conteudo/artigos/educacao-fisica/rodizio-durante-o-jogo-de-voleibol/40920